Arquivo mensais:janeiro 2011

GPS Forensics IV: Anti-Forense e Perspectivas

Como verificado, informações de GPS são cada vez mais comuns e claramente, podem significar muito em uma investigação de criminal ou de um incidente de qualquer natureza. O profissional de forensics deve se habituar a conhecer os sistemas de arquivos dos principais fabricantes, como TomTom, Garmin e Megallan, tendo também noção dos equipamentos “genéricos” existentes no mercado. Continue lendo

GPS Forensics III: Apreensão, transporte e análise

Ainda não pensamos em “rootkits” para GPS, logo, até o momento tão logo tenha contato com a evidência, a desligue utilizando os comandos apropriados. Tenha em mente que o dispositivo está trocando informações com o Satélite, o que poderá sobrescrever dados na memória. Congele o estado do dispositivo, mas antes de desligar, cheque a versão para analisar se nenhuma senha será solicitada no bootloader. Continue lendo

GPS Forensics II: Dispositivos TomTom

Tomtom oferece uma gama de dispositivos para navegação automotiva. Para quem está habituado com “mobile forensics”, alguns dispositivos podem fornecer quase os mesmos dados de telefones celulares. Todos possuem um slot para um SD (cartão de memória) e um disco rígido interno. Continue lendo

GPS Forensics: Investigação e perícia em navegadores móveis

As vendas de dispositivos móveis de navegação nunca estiveram tão em alta. Somente no ano de 2009, quarenta milhões de GPS foram vendidos em todo o mundo. O que passa a ser de interesse de pessoas, também chama a atenção de investigadores digitais, já que estes equipamentos guardam muitas informações a respeito de fatos que podem ser úteis no esclarecimento de casos judiciais, como por exemplo, a prova de uma infidelidade, ou a localização de um corpo suspeito, como em casos reais que já acontecem pelo mundo (http://www.azcentral.com/news/articles/2010/01/28/20100128gl-peomissing0129-ON.html) Continue lendo

Empregos, certificação e licença para ser Perito Digital

Muitos profissionais e alunos nos questionam sobre o que é preciso para atuar no mercado de computação forense. Analisemos um pouco o mercado nos Estados Unidos. Lá, muitos Estados exigem para o profissional que queria atuar com forense digital uma licença de investigador privado (Private Investigator). Continue lendo

Neutralidade da rede e da pesquisa. Alucinação?

Estava lendo a coluna de Nate Anderson na Wired [1] acerca da questão regulatória sobre a neutralidade na rede. Ao que parece, os provedores não concordam com a idéia da neutralidade focar apenas eles, e não se ater a outras formas de neutralidade, como a neutralidade das pesquisas. A discussão está acalorada desde 2010, quando o FCC abriu as discussões sobre o tema. Continue lendo

Multa de trânsito online é arma para golpe digital

Em época de licenciamento e IPVA, um e-mail que utiliza o nome do Departamento de Estadas e Rodagem de São Paulo (DER) voltou a circular pela rede nesta semana. Pelo e-mail, enviado de “debitos@der.com.br”, enviado em 18/01/2011 às 19h03min, com o assunto “Notificação urgente de multas registradas em nosso SIER”, o usuário é levado a acreditar que existem multas registradas para seu veículo, e é induzido a clicar em três links que “supostamente” exibiriam  as Notificações de Multa. Continue lendo

Convite: Debate sobre aspectos jurídicos do IPV6

Tive a privilégio de ser chamado para o primeiro debate profundo sobre aspectos jurídicos do novo “protocolo IPV6”.  O evento é público e será realizado na casa da cidadania, na OAB/SP, tendo sido promovido pela atuante Comissão Estadual de Crimes de Alta Tecnologia, presidida por @CoriolanoAC.  O debate, que será no dia 28 de janeiro de 2011, às 09:30 horas, contará com Antonio Moreiras, supervisor de projetos do NIC.br e que tem coordenado a transição na região metropolitana para o IPV6, contando também com a presença da Dra. Raquel Gatto, Diretora Executiva do NIC.br. Continue lendo

Usuários podem instalar programa e alistar suas máquinas para Guerra Virtual

O caso Wikileaks, com a divulgação de documentos secretos e confidenciais na rede, manteve-se secreto desde 2006 até dezembro de 2010, onde trouxe ao mundo mais de dois mil documentos que enfureceram governos, como o dos Estados Unidos, principal envolvido com as divulgações.

Com isto, empresas de hospedagem e de cartões tentaram boicotar o site  eo resultado foi o crescimento do ativismo digital, com a criação dos “mirrors” ou espelhos para o conteúdo, que hoje estão espalhados pelo mundo. Não vislumbramos, via de regra, conduta criminosa naqueles que disponibilizaram servidores para o conteúdo no Brasil, trata-se pois de questão internacional onde muito precisa ser refletido. Continue lendo